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Cesto

Aspectos gerais da Olivicultura

Oliveira

Árvore pertencente à família das Oleáceasa, cujo tronco é curto, grosso e torcido; a sua copa é ampla e bastante ramificada, elevando-se até cerca de 4 a 5m de altua; possui folhas persistentes, coriáceas, opostas, elípticas, inteiras, estreitas, pontiagudas, verdes e lustrosas na página superior e esbranquiçadas na página inferior; as suas flores, dispostas em panícula, são brancas, pequenas, em raminhos auxiliares; o fruto, constituído por uma drupa ovóide, com cerca de 2 a 4cm de eixo maior, consoante as castas, é a azeitona, que tem um sabor amargo; a cor é verde – amarelada ou azulada, em algumas variedades tem uma cor ligeiramente rosada e o caroço encerra a semente.

A polinização é anemófila. Originária do Oriente, é muito cultivada em Portugal, onde se aproveita o seu fruto, quer para conserva quer para a extracção de azeite.

A árvore, nas condições edafoclimáticas ideais, pode atingir uma altura que varia entre os 6 e os 10m, embora hoje em dia, o crescimento seja controlado pela “mão – humana” para que a apanha seja mais facilitada.

Apesar de prosperar na maioria dos solos, requer solos profundos e férteis, tempo claro e seco e uma temperatura média de 15ºC.

Apesar de ser muito resistente à seca a oliveira dá rendimentos muito mais elevados quando dispõe de água em abundância.