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A Jóia que você merece...


...o aroma único da azeitona.

Pragas e Doenças

Apesar da grande variedade de insectos e doenças que podem afectar uma oliveira, esta é, provavelmente, a árvore mais resistente a estes riscos.

Olho de Pavão

Originado por Spilocacea oleagínea é uma doença fúngica prejudicial à Oliveira. Causa uma debilidade à árvore, onde o notório efeito deste fungo é visível na folhagem através de “pintas” que se assemelham  a um olho de pavão. Quando atacado o pedúnculo dos frutos, esta doença poderá originar a queda dos mesmos prematuramente. Condições favoráveis ao aparecimento:Temperaturas entre os 12 e os 15ºC, Primavera e Altos Níveis de Humidade.

Gafa

Originado por Gloeosporium Olivarum é outra doença fúngica. Afecta principalmente os frutos e a sua perda de peso e posterior queda prematura. Azeitonas afectadas pela Gafa vão automaticamente aumentar a Acidez do Azeite.

Cercosporiose

Originado por Cercospora cladosporioides. Doença de natureza fúngica, ataca as árvores enfrequecidas e causa a prematura desfoliação. Não é muito conhecida em Portugal, não existindo indicadores económicos que possam ser analisados.

Fumagina

Originado por Capnodium. Fungo que se caracteriza pela folhagem e ramificação negra/acinzentada. Tem um efeito de paragem do processo de clorofilina das folhas o que poderá despoletar a asfixia da árvore e consequente morte.

Tuberculose

Originado por Bacterium savastonoi. Doença bacteriológica muto grave para a Oliveira. Caracteriza-se pela formação de “quistos” ao longo do tronco e ramificações.

Algodão da Oliveira - Euphyllura Olivina

Provocado por um insecto que se alimenta da seiva, poderá originar a falta de desenvolvimento na árvore. O efeito é visível nas ramificações e folhagens, através de uma secreção branca que está presente e que se assemelha a resquícios de algodão.

Traça da Oliveira – Prays Oleae

Outro insecto de detecção muito difícil. Começando no Outono  e até à Primavera, ataca a folhagem formando galerias e, na fase final, roi os rebentos. Depois e em caso que não se consiga a eliminação do insecto, na altura da floração a traça destrói botões florais e flores. Já no final da época, entre Junho e Outubro, o caroço da azeitona é atacado, provocando a sua queda prematura. Pode-se atribuir perdas da ordem dos 30 a 40% das perdas totais, particularmente quando a humidade apresenta valores muito altos. É uma dos insectos mais temidos para o Olivicultor.

Gorgulhos ou Caruncho da Oliveira

Otiorrynchus/ Phloeotribus scarabaeoides. Praga provocada por coleóptero da família dos Curculionidae. Escava galerias que atraem outras doenças e pragas de forma a impedir a circulação da seiva. Normalmente acontece que as ramagens secam sem motivo aparente.

Tripe da Oliveira – Liothirps Oleae

Causadora de deformações na folhagem e nos rebentos.

Cochonilha Negra – Saissetia oleae

É um insecto de forma circular que após contacto prolongado com a folhagem e ramificações causa o desenvolvimento da fumagina.

Mosca da Azeitona – Dacus Oleae

Principal praga da Oliveira causada por um insecto tipo ”mosca”  minúscula. Poderá causar fraco rendimento em azeite, aumento do grau de acidez, ou perda prematura do fruto. Falamos de perdas da ordem dos 50 a 60% das perdas totais.